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Monitoramento da Qualidade do Ar 

Qualidade do Ar - Parâmetros

Q.A.I. - Análise de Bioaerosol / Pesquisa e contagem de microrganismos (fungos)

NORMA TÉCNICA 001 
 
Qualidade do Ar Ambiental Interior. Método de Amostragem e Análise de Bioaerosol em Ambientes Interiores. 
 
MÉTODO ANALÍTICO 
OBJETIVO: Pesquisa, monitoramento e controle ambiental da possível colonização, multiplicação e disseminação de fungos em ar ambiental interior. 
 
DEFINIÇÕES: 
Bioaerosol: Suspensão de microorganismos (organismos viáveis) dispersos no ar. 
Marcador epidemiológico: Elemento aplicável à pesquisa, que determina a qualidade do ar ambiental. 
 
APLICABILIDADE: Ambientes de interior climatizados, de uso coletivo, destinados a ocupações comuns (não especiais). 
 
MARCADOR EPIDEMIOLÓGICO: Fungos viáveis. 
 
MÉTODO DE AMOSTRAGEM: Amostrador de ar por impactação com acelerador linear. 
 
PERIODICIDADE: Semestral. 
 

Q.A.I. - Determinação da Temperatura, Umidade e Velocidade do Ar

NORMA TÉCNICA 003 
 
Qualidade do Ar Ambiental Interior. Método de Amostragem. Determinação da Temperatura, Umidade e Velocidade do Ar 
em Ambientes Interiores. 
 
MÉTODO ANALÍTICO 
 
OBJETIVO: Pesquisa, monitoramento e controle do processo de climatização de ar em ambientes climatizados. 
 
APLICABILIDADE: Ambientes interiores climatizados, de uso coletivo. 

Q.A.I. - Análise da Concentração de Dióxido de Carbono (CO2)

NORMA TÉCNICA 002 
 
Qualidade do Ar Ambiental Interior. Método de Amostragem e Análise da Concentração de Dióxido de Carbono em 
Ambientes Interiores. 
 
MÉTODO ANALÍTICO

OBJETIVO: Pesquisa, monitoramento e controle do processo de renovação de ar em ambientes climatizados. 
 
APLICABILIDADE: Ambientes interiores climatizados, de uso coletivo. 
 
MARCADOR EPIDEMIOLÓGICO: Dióxido de carbono ( CO2 ) . 
 
MÉTODO DE AMOSTRAGEM: Equipamento de leitura direta. 
 
PERIODICIDADE: Semestral. 

 

Q.A.I. - Análise de Concentração de Aerodispersóides / Partículas suspensas

Norma Técnica 004 
 
Qualidade do Ar Ambiental Interior. Método de Amostragem e Análise de Concentração de Aerodispersóides em 
Ambientes Interiores. 
 
MÉTODO ANALÍTICO 
OBJETIVO: Pesquisa, monitoramento e controle de aerodispersóides totais em ambientes interiores climatizados. 
 
APLICABILIDADE: Ambientes de interior climatizados, de uso coletivo, destinados a ocupações comuns (não especiais). 
 
MARCADOR EPIDEMIOLÓGICO: Poeira Total (mg/m3 ). 
 
MÉTODO DE AMOSTRAGEM: Coleta de aerodispersóides por filtração (MB-3422 da ABNT). 
 
PERIODICIDADE: Semestral. 

 

Q.A.A. - Qualidade do Ar Ambiente

EM BREVE!

 

- partículas totais em suspensão,

- fumaça,

- partículas inaláveis,

- dióxido de enxofre,

- monóxido de carbono,

- ozônio

- dióxido de nitrogênio.

 

Aldeídos (RCHO) - Compostos químicos resultantes da oxidação parcial dos alcoóis ou de reações fotoquímicas na atmosfera, envolvendo hidrocarbonetos.
Fontes - são emitidos na queima de combustível em veículos automotores, principalmente nos veículos que utilizam etanol. Os aldeídos emitidos pelos carros são o Formaldeído e o Acetaldeído (predominante).
 

Dióxido de Enxofre (SO2) - é um gás tóxico e incolor, pode ser emitido por fontes naturais ou por fontes antropogênicas e pode reagir com outros compostos na atmosfera, formando material particulado de diâmetro reduzido.
Fontes - fontes naturais, como vulcões, contribuem para o aumento das concentrações de SO2 no ambiente, porém na maior parte das áreas urbanas as atividades humanas são as principais fontes emissoras. A emissão antropogênica é causada pela queima de combustíveis fósseis que contenham enxofre em sua composição. As atividades de geração de energia, uso veicular e aquecimento doméstico são as que apresentam emissões mais significativas.
 

Dióxido de Nitrogênio (NO2) - é um gás poluente com ação altamente oxidante, sua presença na atmosfera é fator chave na formação do ozônio troposférico. Além de efeitos sobre a saúde humana apresenta também efeitos sobre as mudanças climáticas globais.
Fontes - as fontes podem ser naturais (vulcanismos, ações bacterianas, descargas elétricas) e antropogênicas (processos de combustão em fontes móveis e fixas). As emissões naturais são em maior escala que as antropogênicas, porém, em razão de sua distribuição sobre o globo terrestre, tem menor impacto sobre as concentrações deste poluente nos centros urbanos.
 

Hidrocarbonetos (HC) - compostos formados de carbono e hidrogênio e que podem se apresentar na forma de gases, partículas finas ou gotas. Podem ser divididos em:

    - THC - hidrocarbonetos totais;

    - CH4 - hidrocarboneto simples, conhecido como metano;

    - NMHC - hidrocarbonetos não metano, compreendem os HC totais (THC) menos a parcela de  metano (CH4).
Fontes - provêm de uma grande variedade de processos industriais e naturais. Nos centros urbanos as principais fontes emissoras são os carros, ônibus e caminhões, nos processos de queima e evaporação de combustíveis.
 

Material Particulado (MP) - é uma mistura complexa de sólidos com diâmetro reduzido, cujos componentes apresentam características físicas e químicas diversas. Em geral o material particulado é classificado de acordo com o diâmetro das partículas, devido à relação existente entre diâmetro e possibilidade de penetração no trato respiratório.
Fontes - as fontes principais de material particulado são a queima de combustíveis fósseis, queima de biomassa vegetal, emissões de amônia na agricultura e emissões decorrentes de obras e pavimentação de vias.
 

Monóxido de Carbono (CO) - é um gás inodoro e incolor, formado no processo de queima de combustíveis.
Fontes - é emitido nos processos de combustão que ocorrem em condições não ideais, em que não há oxigênio suficiente para realizar a queima completa do combustível. A maior parte das emissões em áreas urbanas são decorrentes dos veículos automotores.
 

Ozônio (O3) – é um poluente secundário, ou seja, não é emitido diretamente, mas formado a partir de outros poluentes atmosféricos, e altamente oxidante na troposfera (camada inferior da atmosfera). O ozônio é encontrado naturalmente na estratosfera (camada situada entre 15 e 50 km de altitude), onde tem a função positiva de absorver radiação solar, impedindo que grande parte dos raios ultravioletas cheguem a superfície terrestre.
Fontes - a formação do ozônio troposférico ocorre através de reações químicas complexas que acontecem entre o dióxido de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis, na presença de radiação solar. Estes poluentes são emitidos principalmente na queima de combustíveis fósseis, volatilização de combustíveis, criação de animais e na agricultura.
 

Poluentes Climáticos de Vida Curta (PCVC ou em inglês SLCP) - são poluentes que tem vida relativamente curta na atmosfera (de alguns dias à algumas décadas), apresentam efeitos nocivos à saúde, ao ambiente e também agravam o efeito estufa. Os principais PCVC são o carbono negro, o metano, o ozônio troposférico e os hidrofluorocarbonetos (HFC).
Fontes - as fontes principais de carbono negro são a queima ao ar livre de biomassa, motores a diesel e a queima residencial de combustíveis sólidos (carvão, madeira). As fontes de metano antropogênicas são sistemas de óleo e gás, agricultura, criação de animais, aterros sanitários e tratamentos de esgotos. Com relação aos HFCs seu uso ocorre principalmente em sistemas de ar condicionado, refrigeração, supressores de queima, solventes e aerossóis.
 

Emissões atmosféricas

EM BREVE!

 

- NOx: : refere-se à soma das concentrações de monóxido de nitrogênio (NO) e dióxido de nitrogênio (NO2), sendo expresso como (NO2); e

- SOx: refere-se à soma das concentrações de dióxido de enxofre (SO2) e trióxido de 
enxofre (SO3), sendo expresso como (SO2). 

- H2S

- Material Particulado (MP): todo e qualquer material sólido ou líquido, em mistura gasosa, que se mantém neste estado na temperatura do meio filtrante, estabelecida pelo método adotado

- Umidade

- Vazão

Avaliação Microbiológica do Ar

- Contagem de Bactérias Heterotróficas

- Contagem de fungos

- Pesquisa e Contagem de Legionella spp

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